quarta-feira, 27 de julho de 2016

Há dias assim...

... em que qualquer coisa que faças, por mais insignificante que seja, desperta em mim desejo.
Quero agarrar-te por trás, colocar as mão na tua cintura e encostar o teu rabo ao meu sexo.
Enquanto fico duro, pego-te no cabelo solto e mordo-te o pescoço entre beijos.
Deixo a minha mão seguir pelos contornos do teu corpo, acariciar os teus seios, descer pela tua barriga até à tua vagina e sinto as tuas coxas apertarem-me os dedos enquanto descubro que estás toda molhada.
Com o sexo a doer-me por estar tão duro, inclino-te em cima  da mesa e levantar-te o vestido.
Enquanto sentes o vestido a roçar-te nas coxas e deixar-te o rabo nu, gemes de prazer sabendo que vais sentir um calor duro a entrar dentro de ti.
Não espero muito e entro. Estás tão molhada que sem esforço consigo enterrar tudo em ti e sentes os meu testículos quentes a encostarem-se no teu clitóris.
A cada vai-vem, a cada pancada pendular, sentes um calor a dominar-te.
Contracções involuntárias começam e apertar o meu sexo dentro de ti.
Afasto as tuas nádegas e mais fundo te faço gemer.
A tesão toma conta de mim e aumento o ritmo.
Agarro os teus seios que baloiçam e aperto os mamilos.
As minhas mãos cobrem todo o teu corpo e agarro-te o cabelo.
De repente soltas um grito! -AI! Estou-me a vir!
Acelero e por cada batimento do meu coração entro em ti três vezes.
Chegas a um ponto de excitação tal que sentes o corpo coberto de electricidade e vens uma e outra vez, como se ondas de prazer se apoderassem de ti e mais nada interessasse.
Não aguento mais e  num jorrar quente e húmido, encho-te do meu esperma enquanto solto um gemido do fundo do meu ser.
Sinto o teu coração a bater ainda mais rápido que o meu e abrando o ritmo enquanto ofegante me dás um beijo e me mordes o lábio.
-Vem para a cama, quero foder a noite toda.
Dou-te a mão e vamos...